segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Era uma vez...




Vi esse filme...quando estava com mil coisas na mente,quando estva me sentindo enganada.sabe um s2 trocado,desfarçado querendo ser outro.
Era uma vez,conta a historia dramatica de dois jovens que se apaixonam (como em Romeu e Juliet)Ela de classe média alta do Rio de janeiro Ele do morro do canta galo...eles se conhecem e se apaixonam perdidamente...dando assim inicio a um amor verdadeiro
gostei da interpretaçao..por que demonstra muita pureza no amor dos dois...e mesmo com tantas diferenças,
eles mudaram suas vidas um por amor ao outro...ele deixou a favela e ela a vida de princesinha da zona sul do Rio,
Juntos queriam forma uma familia no Nordeste nas belas praias brasileiras...Mas como todo drama amoroso acaba em tragédia
por tais diferenças...ele foi acusado de ser bandido por defender ela dos verdadeiros bandidos,ele foi morto por ser protegido por ela
na frente de milhares de telespectadores o vendo como bandido.ela ao ver seu amor caido,sua vida esvairando...jazido em sua frente.se desespera
e pega a arma do chao e atira com raiva! contra os carrascos de seu amor...por fim....eles devolvcem a ameaça ..entao ela cai sobre ele..
essa é a historia de Romeu e Julieta (brasileiros).
sabe o que é voce,ver um filme e mesmo que nao tenha absolutamente nada a ver com tua vida,repito,Nada a ver mesmo..!
voce se poe no lugar.ou quando de alguma forma um dos atores te lembra alguem.e voce ve o quanto se amam....
acho q todos nós queremos um amor de verdade..como diz na musica do (*jey` quest)
"-Quero um amor maior...amor igual ao meu...amor de dentro pra fora...."
sabe..amor total..sem olhar ou sentir nada por outro alguem....
amor de olhos (- meus olhos sao somente teus..)
mas quando nao entendemos isto..o porque nao somos vistas..enchergadas...
use teus olhos para me ver..pois estou sempre ver....apenas à voce.
é to meio mal ...acho q devia voltar a tomar uns piléques"(claro que isso é vertigio) rs...
pra esquecer verdades da vida??pra esquecer olhos alheios que te observam??que podem te observar???
pra esquecer que meus olhos nao podem estar ai físicamente....e quando estavam..por que o procurava tanto..queria ser outra pessoa nessas horas...pra poder ser enchergada com clareza.
"É uma dor,que dor no peito" É uma amor que de fato é puro e real como num filme ou num conto..apenas nao sabemos o roteiro....
nao podemos evitar trantornos nem mágoas nem cíumes..nao é escrito por nós...
quem nos escreveu?será que teria como mudar tudo...e apenas existir "ME AND YOU!!"
será que como no "Brilho Eterno,de uma Mente sem Lembrança."podemos apagar tudo tambem?as coisas ruins
as coisas que nao nos pertencem...infelizmente acho que sou cinéfila d+...mas sim eu acredito no amor..
e acredito que ele é capaz de fazer qualquer coisa...quando é um amor verdadeiro..podem me chamar de sonhadora,de qualquer coisa
mas eu tambem ja fui incredula segundo o amor...e tive que viver essa experiencia para acreditar nele...posso nao ser uma sábia,uma gênia..
sei que nao sei tudo q tenho que aprender muitas coisas...mas essa liçao a mim foi dada..e sei que tenho sorte por isso...
posso morrer feliz ate agora....como dizem" a vida só está completa quando plantamos,lógico uma planta,amamos intensamente uma pessoa,temos um filho e escrevemos um livro..."
claro ter filho nao é ainda uma querer meu..mas como disse estou crescendo ainda e sei que mudamos muito modos de pensar com anos entao nao tenho certeza se um dia qurei ter...um livro é
estou escrevendo um =x sei que ano terminei ainda mas está a caminho...espero nao morrer antes disto hauhau....mesmo que por mim..morreria feliz agora!
pois tenho junto a mim a pessoa que amo como jamais poderia imaginar...
Em algum dia,crenças e verdades difundidas serao vistas por todos..e virao que nesse mundo,cheio de brigas,violencias,preconceitos....
existiu sim um amor de verdade.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Engraçado,ainda bem que armas sao prpoibidas..acho que muita gente já teria matado muita pessoa e momento de raiva,se contar a sí propio...acho que eu mesmo já teria me dado um Game Over!em muitos momentos...
sabe,aquelas situaçoes de stress no banco ou hospital etc..voê fica horas e horas numa fila ai quando chega no caixa ninguem resolve teu problema...ou entao um outro retardado vai e fura tua fila na maior cara de páu...ou quando voce de alguma forma nao gosta de uma pessoa as vezes sem nem ter motivo ou as vezes com motivos de sobra, mas essa pessoa te estressa te dá nos nervoz so em ouvir falar o nome do individuo vc pira...ja imagino momentos surtante e pof! menos um na terra! e dp qclaro se acalmando tu iria se arrepender da tremenda burrada..o mundo seria uma zona só..acho que ninguem sobreviveria..porque todo mundo já teve esses surtos ou terá algum dia....
seria o planeta bang bang....mas sabe..é ..algo a pensar...hj estou em momentos de raiva e surtantes ..acho qu sim é...mataria um hoje! xD

O veneno que eu tomo ,querendo que você morra!


O ódio é um sentimento de profunda antipatia, desgosto, aversão, raiva, rancor profundo, horror, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo.

A palavra tem origem no latim odiu.

O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou a amizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.

O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer. Raiva e Ódio O Ódio é mais profundo que a Raiva. Enquanto a Raiva seria predominantemente uma emoção, o Ódio seria, predominantemente, um sentimento. Paradoxalmente podemos dizer que o ódio é um afeto tão primitivo quanto o amor. Tanto quanto o amor, o ódio nasce de representações e desejos conscientes e inconscientes, os quais refletem mais ou menos o narcisismo fisiológico que nos faz pensar sermos muito especiais.

Assim como o amor, só odiamos aquilo que nos for muito importante. Não há necessidade de ser-nos muito importantes as coisas pelas quais experimentamos Raiva, entretanto, para odiar é preciso valorizar o objeto odiado.

A teoria do Sujeito-Objeto, diadaticamente coloca a idéia de que existem apenas duas coisas em nossa existência, eu, o sujeito e o não-eu, o objeto. E tudo o que sentimos, desde nosso nascimento, são emoções e sentimentos em resposta ao objeto. Para que essa teoria possa ter utilidade é imprescindível entendermos o objeto como tudo aquilo que não é eu, mais precisamente, tudo aquilo que não é minha consciência.

Assim sendo teremos os objetos do mundo externo ao sujeito, que são as coisas, os fatos, os acontecimentos, e os objetos internos, que são meus órgãos, minha bioquímica, etc. Posso sentir raiva, e outros sentimentos, em resposta à algum objeto externo (pessoa, trânsito, time de futebol...) ou sentir ansiedade, e outros sentimentos, em resposta à algum objeto interno (hiperteireoidismo, diabetes, TPM, etc...).

Mas, de qualquer forma, o mundo objectual (do não eu) só pode ter valor se o sujeito o atribui. Para o sujeito nutrir sentimentos de ódio, é indispensável que atribua ao objeto de seu ódio um valor suficiente para fazê-lo reagir com esse tipo de sentimento. Obviamente, se ignorar o valor do objeto não poderá odiá-lo.

Em termos práticos podemos dizer que a raiva, como uma emoção, não implica em mágoa, mas em estresse, e o ódio, como sentimento, implica numa mágoa crônica, numa angústia e frustração. Nenhum dos dois é bom para a saúde; enquanto a raiva, através de seu aspecto agudo e estressante proporciona uma revolução orgânica bastante importante, às vezes suficientemente importante para causar um transtorno físico agudo, do tipo infarte ou derrame (AVC), o ódio consome o equilíbrio interno cronicamente, mais compatível com o câncer, com arteriosclerose, com a diabetes, hipertensão crônica

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

SEM TRILHA......

Pensamos...
fazemos...
Corremos....
Cansamos.....
Paramos.....
Amamos....
Sofremos.....
Apanhamos....
Surtamos......
Damos.....
Recebemos....
Onde termina os trilhos....
Onde terminam as trilhas....
Onde está a trilha da minha vida???
Onde está a vida da minha trilha...?
Momentos....descasos...acasos....
Sem lista de fazeres e deveres..somente viver;
Espontaneos seremos...talves se crescer-mos...
Angustia,tristeza,
Dor,magoa....
Amor,alegria,paixao...
Sexo,prazer...
TRAIÇAO
Peso....perdao.
Vida sem trilha que nao dexa se levar,vida na trilha que nao sei oande irá...
Nao quero me levar,nao quero me dexar...
Dexar se levar...dexar se preencher..
Por amor..por prazes....
Saudade de voce.

Ser,...Eu sou.

Na realidade,nao sou aquela que fui nem que serei;no maximo,sou apenas este instante
de conciencia na escuridao,e nem se quer estou segura de ser isso,pois frequentemente me vejo a mim mesma desdobrada.

vivemos um presente adormecido,a parti do qual sonhamos que tivemos um passado.


substancias extraordinarias se contitui a indentidade?quando que é um tecido descontinuo
que nós cerzimos por um esforço de vontade e de memoria.Quem foi,por exemplo,a menina que eu fui?
Onde ficou,o que pensaria de mim se agora me visse?
tampouco meu corpo continua o mesmo:nao sei onde li que,a cada sete anos,renovamos todas células do nosso organismo.
Ou seja,nem mesmo meus ossos,dos quais eu esperaria certa persistencia e continuidade,sao presenças confiaveis ao longo do tempo.
Hoje,nada existem mim que seja igual á mila de uns tempos atraz.Nada,exeto o empenho em acreditar que sou a mesma.

Só tenho fragilidade.
Mas,às vezes,
tenho esperança". Clarice Lispector

"Mas é que a verdade nunca me fez sentido.A verdade não me faz sentido!é por isso que eu temia e a temo.Desamparada,
eu te entrego tudo _ para que faças disso uma coisa alegre.Por te falar eu te assustarei e te perderei?mas se eu nunca falar
eu me perderei,e por me perder eu te perderia."
(A Paixao Segundo G.H,Clarice Lispector)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Aquilo que ainda vai ser depois - é agora.

Agora é o domínio de agora.

E enquanto dura a improvisação eu nasço.

E eis que depois de uma tarde de “quem sou eu”

e de acordar à uma hora da madrugada

ainda em desespero

- eis que às três horas da madrugada acordei

e encontrei-me.

Fui ao encontro de mim.

Calma, alegre, plenitude sem fulminação.

Simplesmente eu sou eu.

E você é você.

É vasto, vai durar.

O que te escrevo é um ”isto”.

Não vai parar: continua.

Olha para mim e me ama.

Não: tu olhas para ti e te amas.

É o que está certo.

O que te escrevo continua

e estou enfeitiçada.”



Água Viva

Clarice Lispector.