quinta-feira, 30 de julho de 2009

ME ADORA!!!

Me Adora
Pitty
Composição: Indisponível

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”

Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome

Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber





É Pitty e eu que comecei a te odiar...
me desculpe
vc sempre esta na minha avida minha irmã
conterranea rs...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Muito obrigado.....


Quem será que caiu???
era tudo que eu queria saber..nao imaginava que irias entregar de bandeja...
mas bom..papos e papos...e mentiras e respostas...
valeu a pena..agora eu sei a verdade!

um dia quando acordares..será tarde.
és como um cigarro..que se finda
e apenas vira fumaça que paira sobre o ar...


Leva na brincadeira
Não leve a mal
Nem tudo é de primeira
Nem tudo é banal
Uma vida só é perfeita
Quando chega no final

O que passou, passou
Não volta nunca mais
O que passou, passou
E só experiência traz
Por isso que eu não vivo de passado
Sigo olhando pra frente
Com Deus do meu lado
Falar que vai correr atrás do tempo perdido
Falar que vai fazer o que não tinha conseguido
São meros desejos
Sonhos que já passaram
Pessoas que passam a vida se culpando porque erraram
Mas a parada é sempre olhar pra frente
Manter a cabeça fria
Mesmo embaixo do Sol quente
Junto com o DJ em cima da batida
Vou mandando a letra
Eu vou mandando a minha rima
O que se leva dessa vida
É a vida que se leva
Se tu vacilar então já era
E nessa levada
Eu vou levando a minha vida
E não tô nem aí se alguém duvida
Se a vida é guerra
Então vou guerrear
Se é zoação
Então deixa eu zoar
E se no Arpex eu relaxo
Vou relaxar
E se na Lapa eu batalho
Quero batalhar
E se o mar tá bombando
Então eu vou surfar
E se as mulheres tão dando mole
Por que não aproveitar?
Se vai rolar a festa
Vamos festejar
Se a barra tá pesada
Vamos segurar
Se o mundo acabar
Vou improvisar
Se só amor faz bem
Então deixa eu amar
Se eu amor é falso
Então sai pra lá
Se não tiver humildade
É melhor parar
Se tudo der errado
Então deixa eu te ajudar
Mas se eu pegar no mic
Não peça pra eu parar
Se o mundo é sujo
Quem sou eu para mudá-lo
Se o tempo é curto
Quem sou eu para encurtá-lo
Não deixo minhas palavras
Escorrerem pelo ralo
Porque minha mente é consciente
E eu não calo
Não quero nem saber se vou ser julgado
Se eu errei, foda-se o meu passado
Porque escrevo a letra
E passo o sentimento
Quem passa o sentimento
Tá ligado e é atento
Nadar contra a corrente
É voar contra o vento
Seja o meu som
Pesado ou lento
Se no teu recalque é onde eu cresço
Eu só lamento
Minha voz quebra o muro de Berlim
E não me contento
São como flechas de fogo
Que rasgam o espaço
Sem se quer desviar das nuvens
Deixam rastro
Não sou Bruce Lee
Nem MUhammad Ali
Sou um mensageiro
Do que um dia escrevi

Leva na brincadeira
Não me leve a mal
Nem tudo é de primeira
Nem tudo é banal
Uma vida só é perfeita
Quando chega no final
Não segue uma receita
É uma história sem moral
Uma vida só é perfeita
Quando chega no final
Você leva a vida inteira
E a vida é curta e coisa e tal
Se você não aproveita a vida passa
E tchau
Leva a vida mais simples
Que a morte é sempre ingrata
Se acabar ficando quites
É a vida que te mata

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Como se perder tudo em menos de um ano


Diario de Bordo ou melhor diario de um fracasso...
Parece que quando agente pensa que nao tem amis nada pra acontecer, a vida faz questao de pregar mais uma...comecei bem este ano..Foi-se minha gatinha(Anita,Foi-se o amor da minha vida..foi-se minha grana..meus estudos..tenho medo do que a de vir...nao sei o que fazer...parece que tiraram tudo de mim!!meu sono ,minha fome..meu levantar..QUANDO QUE ISSO VAI ACABAR??!!Nao voltarei..pois sei que sera meu fim..nesta pequena selva de pedra eu tento me destrair...me manter sãn e como eles.HAI!como seria bom ter uma nova memoria..um novo coraçao..uma nova pessoa no meu lugar e nao este resto que sobrou de mim.queria ter a força que finjo ter....

OPEN YOUR EYES

Será que estas sorrindo agora?Será memo que as sombras se foram?Daria tdo pra mudar a vida...me tornei como a noite em que as vezes é estrelada e perfeita que nem mesmo a solidao consegue apagar o seu brilho.mas que tambem é gélida e escura quanto as noites de inverno.Dizem que depois da tempestade vem a calmaria...estou a sua espera até o dias de hoje!...perdoar pode ser uma tarefa dificil para onde ainda vive sentimento.perdoar nao traz planos,nem minha vida de volta...embora fosse talvez o primeiro passo para trilhar novos caminhos...talvez essa seje a parte mais fraca em mim..a de seguir odiando e amando pra sempre aqueles olhos..
Talvez nao tenha enxergado direito...mas quando me matava,parte de ti morria junto...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

*UMA MULHER PODE ENLOUQUECER...QUALQUER UM!"


O romancista Stephen King escreveu vários livros em que o protagonista é um escritor com bloqueio criativo. Fez isso tantas vezes, na verdade, que em certo momento da carreira começou a ser acusado de ser um deles, e utilizar o recurso de reescrever sempre o mesmo livro, apenas para continuar fugindo desse fantasma literário. Talvez a melhor das histórias que ele escreveu sobre o tema seja a novela que inspirou “Janela Secreta” (Secret Window, EUA, 2004). Ela foi transformada em um suspense eficiente e econômico pelo roteirista e diretor David Koepp.

O escritor Mort Rainey (Johnny Depp), portanto, é o personagem emblemático de Stephen King. O bloqueio criativo que ele enfrenta, contudo, tem uma causa evidente. Rainey é um homem em depressão porque não se recuperou ainda da traição da mulher, Amy (Maria Bello), que o abandonou para ficar com Ted (Timothy Hutton).

Morando numa cabana em um lago, no meio de um bosque deserto, Mort passa o dia cochilando no sofá e resmungando com um velho cão. Até o dia em que um caipira esquisito, John Shooter (John Turturro), bate à porta da casa para acusar Rainey de ter plagiado um conto. O estranho logo revela ser pouco amistoso e dado a excentricidades que beiram a violência física, mas não a materializam.

A apresentação dos personagens e da situação dramática de “Janela Secreta” é de uma eficiência contagiante. David Koepp, que escreveu os roteiros de “Homem-Aranha” e “O Quarto do Pânico”, dispensa apresentações demoradas e faz tudo em duas seqüências. O filme abre com a cena em que Mort descobre Amy num motel, com Ted. A seguir, na melhor tomada de todo o filme, o diretor apresenta de uma só tacada o cenário, o estado de ânimos do protagonista e a trama.

É uma proeza técnica. A câmera sai do bosque, atravessa todo o lago, entra na cabana de madeira pela tal janela secreta (uma abertura que ficara escondida atrás de um móvel antes que Amy a descobrisse, como mostrado em um flashback mais adiante), sobrevoa o salão de trabalho do escritor, mostra de relance o computador com poucas linhas escritas e pára sobre o sujeito, dormindo no sofá. A campainha toca. É John Shooter. Menos de cinco minutos e a platéia já sabe qual a situação emocional de Rainey e compreende que ele se meteu, sem querer, em um problema. Concisão e didatismo, algo que muitos cineastas da atualidade desconhecem.

Há uma influência óbvia do suspense “O Quarto do Pânico”, que Koepp escreveu, em “Janela Secreta”. A trilha sonora de Philip Glass, minimalista e usada com economia, também é baseada em toques repetidos e quase percussivos de violoncelos, como no filme de David Fincher. A tonalidade de terra da fotografia de Fred Murphy, caprichando nas cores marrom-avermelhadas, também remete ao longa urbano de Fincher. A própria tomada de abertura parece demais com a famosa cena da câmera que percorre todo o apartamento da personagem de Jodie Foster.

Como diretor, Koepp conduz bem a ação, criando situações de suspense com eficiência e aproveitado o excelente desempenho de Johnny Depp, mais contido do que o habitual. A composição criada pelo ator para Mort Rainey lembra o cruzamento de uma criança carente com um cientista louco, o que faz a platéia simpatizar com ele de imediato. O personagem cria um contraste interessante com o tipo rude de John Turturro, o que ajuda bastante o filme quando ele ruma para um final surpreendente (e diferente do livro!).

“Janela Secreta” possui o tipo de final de Hollywood abomina e, por isso, vem se tornando cada vez mais raro em obras de suspense. Isso faz do filme um excelente exemplar do gênero. Pena que, para chegar até ele, o longa-metragem precise passar por uma cena crucial que é praticamente decalcada do livro de Stephen King, o que se revela o erro mais evidente de Koepp.

Ocorre que, no romance, o autor abusa do estilo que o fez famoso, criando um diálogo mental do protagonista com ele mesmo. A solução encontrada por David Koepp para mostrar isso na tela é equivocada e verborrágica, o que reduz o impacto da seqüência e destoa da economia de diálogos que o filme sustenta o tempo inteiro. Além disso, Koepp mostra pouco timing para a comédia, e quando tenta fazer a platéia rir falha grotescamente (ainda bem que isso só ocorre duas vezes). Fora isso, “Janela Secreta” é um ótimo filme de suspense.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Grandes Malditas Escolhas...


Jogue na minha cara...
Sim eu errei mesmo....
Jogue em mim...
suas palavras duras e crueis...
A vida me ensinou a não amar e nao ser de ninguem...
A vida me ensinou a não escolher para o meu bem...

O tempo foi o maior castigo...
minha cegueira a maior traira.
Fácil desifrar a dor de alguem..
fácil prever atos e passos de um coraçao estrangulado
dificil prever o que jamais se esperava...
dificil prever o futuro imperfeito.

Grandes escolhas nos trazem grandes sicatrizes..
TRAZEM A MARGEM DO SI??
Quem de verdade escolheu quem?
antes tivesse feito a escolha errada...
Não seria eu a trocada.